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O que esperar da temporada de furacões que se aproxima? 

Temporada de furacões parece e é coisa séria. Sempre que vemos condições climáticas extremas e com potencial de aumentar consideravelmente os riscos da população, nos vemos na responsabilidade de trazer informações válidas para o nosso público. 

Até porque, se você veio do Brasil há pouco tempo, com certeza não está preparado para lidar com eventos climáticos catastróficos, já que é um país “abençoado por Deus e bonito por natureza.”

A questão é que a temporada de furacões está batendo à nossa porta e meteorologistas não tem boas notícias. Segue abaixo uma matéria escrita pela Rebecca Hersher publicada no NPR, traduzida e na íntegra:

Prepare-se para outra destrutiva temporada de furacões no Atlântico

Haverá mais furacões e tempestades tropicais do que o normal durante a temporada de furacões no Atlântico deste ano, alertam os meteorologistas federais.

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (National Oceanic and Atmospheric Administration – NOAA) prevê que de 14 a 21 tempestades, no total, crescerão o suficiente para serem nomeadas. Destes, os meteorologistas esperam de 6 a 10 furacões, 3 a 6 dos quais terão ventos acima de 110 milhas por hora, quase 180 km/h.

Se a previsão estiver correta, este será o sétimo ano consecutivo com um número de tempestades acima da média – de longe a sequência mais longa da história registrada. A temporada de furacões no Atlântico começa oficialmente em 1º de junho e termina em 30 de novembro, embora às vezes as tempestades se formem fora dessas datas.

No ano passado, a NOAA atualizou sua definição de temporada normal de furacões para refletir o novo normal das mudanças climáticas. Agora, considera que as temporadas de furacões que estão “acima da média” têm mais de 14 tempestades tropicais nomeadas, em vez de 12. Para contextualizar, a temporada de furacões recorde de 2020 produziu 30 tempestades nomeadas. Nem todas as tempestades atingem a terra, mas quando o fazem, os danos podem ser enormes.

Centenas de milhões de pessoas nos EUA estão ameaçadas por tempestades que se formam sobre o Oceano Atlântico e se movem em direção à costa leste e ao Golfo do México. Isso inclui muitos que vivem longe de onde as tempestades geralmente atingem a terra e que podem ter uma falsa sensação de segurança como resultado.

Leia também: Imigrantes são mais vulneráveis a inundações nos EUA

Por exemplo, no ano passado, o furacão Ida abriu um caminho de destruição em nove estados, da Louisiana à New England, causando bilhões de dólares em danos e dezenas de mortes ao longo do caminho.

A NOAA enfatizou o risco generalizado ao anunciar a previsão de furacões deste ano em uma coletiva de imprensa na cidade de Nova York – longe do tradicional epicentro do risco de furacões nos EUA e um dos lugares atingidos pela chuva de Ida em setembro passado.

“Ninguém está imune aos efeitos dessas tempestades tropicais”, diz Deanne Criswell, chefe da Agência Federal de Gerenciamento de Emergências.

Os meteorologistas dizem que uma combinação de padrões climáticos regionais cíclicos e mudanças climáticas estão impulsionando os crescentes riscos de furacões nos EUA.

“Existem certos ingredientes que determinam a intensidade e a frequência dos furacões”, diz Matthew Rosencrans, o principal meteorologista da previsão da temporada de furacões do Centro de Previsão Climática da NOAA, incluindo a quantidade de poeira no ar, o vento e a temperatura da água da superfície do oceano.

Alguns desses ingredientes não estão relacionados às mudanças climáticas globais causadas pelo homem. Por exemplo, a variação climática natural conhecida como La Niña vem acontecendo há vários anos e impulsiona as condições oceânicas e de vento que favorecem a formação de tempestades tropicais no Atlântico.

Mas muitos dos outros ingredientes para uma temporada de furacões destrutiva estão relacionados às mudanças climáticas causadas pelo homem. A água do oceano mais quente e o ar mais quente criam condições perfeitas para a formação de furacões e para eles se tornarem grandes e destrutivos. O aumento do nível do mar agrava as inundações quando as tempestades atingem a terra.

Uma corrente oceânica extra quente também está entrando no Golfo do México nesta primavera, ameaçando liberar uma grande e profunda bolha de água quente durante a temporada de furacões. Isso criaria uma incubadora de furacões perigosa e tornaria mais provável que uma forte tempestade atingisse o México ou a costa do Golfo dos EUA.

Quando essa corrente atingiu o Golfo do México no passado, alimentou algumas das tempestades mais notórias da história recente, incluindo os furacões Katrina, Ida e Harvey.

Para ler a matéria original entre nesse link

De que forma isso pode afetar a minha vida em New England? 

Mesmo que os furacões ou as tempestades não atinjam diretamente a sua região com ventanias dignas de um filme, várias outras consequências podem acontecer, como chuvas fortes e enchentes repentinas. 

A história da região nos mostra que devemos estar atentos a esses eventos climáticos e ter sempre um plano de emergência debaixo do braço. Você conhece a história do Grande Furacão de 1938?

O Grande Furacão de New England de 1938 

Foi uma das tempestades mais destrutivas e poderosas que já atingiu o sul da New England. 

A tempestade atingiu a costa sul de Massachusetts e Cape Cod. Regiões de Falmouth e New Bedford foram submersas em até 2,5 metros de profundidade.

Enchente no rio Swift em Ware, MA (fonte weather.gov)

As chuvas resultaram em severas inundações, especialmente em partes do oeste de Massachusetts, resultando em algumas das piores enchentes já registradas nesta área. Ao longo do rio Connecticut, nas proximidades de Springfield, o rio subiu de 6 a 10 pés, causando grandes danos. Ainda ocorreram inundações substanciais na parte inferior do rio Merrimack, que de Lowell a Haverhill atingiu um de seus 3 maiores picos de inundação já registrados.

Inundações de 1955 de Connie e Diane

Dois furacões passaram pelo sul da New England em agosto de 1955 em pouco mais de uma semana. Connie foi o primeiro, produzindo de 10 a 15cm de chuva, o que saturou o solo e subiu o nível do rios e dos reservatórios. 

Em seguida veio Daiane que trouxe, na média, 20cm de chuva por 2 dias seguidos. Os efeitos dessa combinação foram transbordamentos de rios e rompimentos de barragens, trazendo inundações e destruição para várias regiões de MA. 

E aí? Não vai dar sorte para o azar, hein?! Esteja preparado! 

Eu sou BRZ, e você? 

Na BRZ estamos sempre preocupados em ajudar você a realizar o seu sonho americano e principalmente, mantê-lo depois de conquistado. E para isso é vital estar preparado e protegido em todas as situações. 

Revise o seu seguro residencial, de automóveis, da sua empresa e considere um seguro contra inundações. Fique ligado sobre como proceder em caso de inundação e sobre o que fazer com o seu carro caso uma enchente te alcance. Você também pode se prevenir, seguindo alguns passos que podem reduzir as chances de prejuízo na sua casa. 

Fale com um de nossos especialistas para revisar as suas apólices ou faça uma simulação gratuita e descubra as melhores coberturas para a sua casa, seu carro e seus bens. 

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